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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Foi violentada quando criança e agora seus 2 filhos a agradecem por não os abortar


SANTIAGO, 24 Ago. 16 / 06:00 pm (ACI).- Marta Aravena e seu irmão nasceram depois que a sua mãe foi violentada aos 11 e 13 anos de idade. Recentemente, compartilharam a história de sua mãe que disse sim à vida, apesar de todo o sofrimento que carregava e superando as pressões das pessoas que a insultavam para que abortasse.

“Minha mãe teve o meu irmão aos 11 anos, depois de ser violentada reiteradamente pelo seu padrasto. Dois anos depois, quando ela tinha 13, eu nasci, também por uma violação”, relatou Aravena.

“Não há um só dia no qual não agradeça a Deus e a minha mãe que me teve, apesar de todo o sofrimento que implicou”, enfatizou Marta.

“Ela teve a oportunidade de abortar, mas optou pela vida e sempre nos ensinou que a vida é sagrada e é um presente que deve ser cuidado em qualquer circunstância e em qualquer lugar”, afirmou em uma coluna do jornal ‘El Sur’.

Em outra coluna mais extensa, publicada anteriormente no jornal ‘El Mercurio’, Aravena contou que sua mãe “era uma mulher muito simples e muito pobre, que vivia na região central do país. Quando ela tinhseis anos, seu padrasto, que era alcoólatra, começou a abusar dela. Não sabia o que estava acontecendo e, na época, ninguém falava do tema abuso e violação”.

Quando sua mãe teve o Juan, seu primeiro filho fruto de uma violação, a polícia prendeu o seu padrasto e sua avó, “ao se ver sozinha em casa, com onze crianças para cuidar e com o homem da casa preso, a expulsou de casa. Culpou a minha mãe pela prisão do seu esposo e a abandonou”.

Sem um lugar onde morar e com um filho nos braços, a mãe procurou ajuda com alguns vizinhos. Dois anos depois, quando já tinha 13 anos, o dono dessa casa abusou dela e engravidou novamente, desta vez de Marta.

“Quando estava grávida de mim, minha mãe foi pressionada pelo seu violentador para que abortasse. Mas ela sempre disse que não. Sempre optou pela vida, apesar da terrível situação. Ensinou-nos que ninguém pode tirar a vida, que ela é um presente e que deve ser cuidada”, afirmou Marta, que desde criança sabia a verdade sobre seu nascimento.

Marta, que também foi violentada em sua infância, assegurou que, “apesar de tudo o que vivi, sou contra o aborto”.

“Sempre devemos nos colocar no lugar do outro, que esta criança tem seu lugar na vida e que também é possível seguir em frente. Minha família conseguiu, acredito que todos nós podemos. Acredito que os sofrimentos e as dores da vida também nos fortalecem para lutar por ela”, sustentou.

“Tenho certeza de que estou neste mundo por um propósito e que tudo tem um porquê e um para quê. Cada um de nós tem um propósito, somos pessoas valiosas e há uma missão para cada vida”, acrescentou Marta.

“O que teria acontecido se a minha mãe não me tivesse? Eu não existiria e não existiriam meus filhos maravilhosos, nem meus irmãos, aos quais amo com todo o meu coração. Tenho uma linda relação com eles, nos amamos profundamente. Que lindo que por trás de uma decisão assim aconteceu algo bom!”.

Marta Aravena foi uma das testemunhas que se apresentaram ante a Comissão de Saúde do Senado, onde atualmente é discutido o projeto de aborto no Chile, impulsionado pelo Governo de Michelle Bachelet, o qual já foi aprovado pela Câmara de Deputados.

Fonte: ACI Digital

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Instruções santas

Muitos de nós temos na Alma o código correto e santo de conduta. Mas a preguiça de localizar estas instruções e colocá-las em prática nos faz instrumentos do Mal.

De quem é nossa semelhança?

Quanto mais pecados cometemos, mais nos tornamos parecidos ao Demônio.

Quanto mais pecados renunciamos, mais nos tornamos semelhantes a Deus!

Senhor, livrai-nos do Mal!

Dores


Quem está livre delas? Penso que ninguém, nem justos ou injustos, ricos ou pobres, pretos ou brancos, homens ou mulheres, adultos ou crianças... ninguém enfim, nem os Filósofos. Os Profetas também não são poupados. Até o próprio Deus Emanuel ao nascer e viver em nosso meio não usou de seu poder para evitar que sua Mãe a Virgem Maria passasse por dores. Na verdade nem ele mesmo se poupou. 

É da natureza de que todo ser vivente está para experimentar as dores. Então porquê ou para quê? 

Sei que dor não é para os insensíveis, sei que ela não nos tira a sensibilidade. Penso que delas surge algo bom. A partir da experiência das dores, o ser que elas conteve não será mais o mesmo. Depois da dor temos uma quase obrigação de sermos diferentes; mais fortes, compreensíveis, acolhedores, sábios, piedosos, focados e concisos!

Seja homem!

Tem meninos que se acham homem, porém não são detentores de virilidade nem se sustentam com vigor. Não são gays nos pensamentos sexuais, mas vestem-se, falam e as vezes agem como um homossexual, desmunhecado! Se alguém os perguntarem sobre seu estilo eles dirão que é um estilo novo ou que são metrossexuais. 


O ciclo FHC-Lula-Dilma ferrou com a população brasileira e está chegando ao fim. Virá um novo ciclo.

Depois deste ciclo tenebroso acabar, vai diminuir o crescimento de criminosos, famílias desajustadas, políticos de esquerda, usuários de drogas, homossexualismo.... 

Muitas Crianças que cresceram no domínio da doutrinação esquerdista (FHC-Lula-Dilma) viraram gays, criminosos, mimizentos ou simpatizantes.

Graças a Deus este ciclo terminará e surgirá um novo e talvez parecido com o que se deseja moralmente.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Brasilidade e Monarquia face à corrupção das instituições

Assista esta proveitosa e belíssima Palestra do digníssimo e sábio Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca. Ele profere uma história não contada pela mídia, uma visão apurada das manifestações e uma aula sobre a grandeza da Monarquia. Confira!

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Casal olímpico e católico do Brasil dá testemunho de família e fé em Deus

RIO DE JANEIRO, 11 Ago. 16 / 07:00 am (ACI).- Marílson dos Santos e Juliana dos Santos são um casal de atletas brasileiros, católicos e que pela segunda vez disputam uma grande competição no próprio país. Em 2007, ambos foram medalhistas nos Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro, agora, voltam a competir na Olimpíada Rio2016.

Já em 2007, o casal demonstrou que sua afinidade vai muito além do atletismo e se completam como esposos que torcem um pelo outro e que confiam em Deus. Naquela época, Marílson conquistou a prata nos 10.000 metros pouco antes de Juliana entrar na pista e conquistar o ouro nos 1.500 metros.

“Pedi a Deus para que, se pudéssemos ganhar uma medalha de ouro, fosse para ela”, declarou o esportista na ocasião.

A esposa, por sua vez, retribuiu ao afirmar: “Essa medalha é do Marílson também. Ele tem sido fundamental para mim; me passou confiança, determinação. É ele que controla a minha parte emocional. Depois de ver a prova dele, como ele perdeu por tão pouco o ouro depois de batalhar o tempo todo, entrei pensando que não podia sair da pista sem o ouro, por nós dois”.

A conquista do Pan de 2007 foi a primeira ocasião em que Juliana mostrou ao mundo também a sua devoção à Virgem, ao subir no pódio carregando um terço. Esse gesto se repetiu no ano passado, quando a atleta ganhou nos 5.000 metros nos Jogos Pan-Americanos no Canadá.

“A minha vitória vem da graça de Deus e da minha entrega ao Senhor”, disse Juliana à ACI Digital na época, acrescentando que “Deus está no meio de nós. É difícil dizer que vamos expor nossa fé, erguer o terço. Mas, não podemos ter medo. É Ele quem nos dá a vitória”.

Juliana e Marílson são pais do pequeno Miguel, hoje com cinco anos. Após a conquista de 2015, a esportista deixou claro que não é fácil “ser mãe e voltar a ser atleta nesse nível”, mas ressaltou que ela e o marido querem acompanhar o filho. “Falamos que vamos ser bons atletas, mas que vamos ser bons pais também”, declarou.

Esta nadadora católica bate recordes na Olimpíada Rio2016 com uma oração à Virgem

RIO DE JANEIRO, 10 Ago. 16 / 02:00 pm (ACI).- Katie Ledecky é uma nadadora católica dos Estados Unidos que, com apenas 19 anos, ganhou a sua primeira medalha de ouro na Olimpíada Rio2016, após competir na final dos 400 metros livres com o tempo de 3:56.46, estabelecendo um novo recorde mundial. Também conquistou o ouro na disputa dos 200 metros livres.


A também campeã olímpica dos 800 metros livres em Londres 2012 e nove vezes campeã mundial não tem nenhuma vantagem física diante das rivais, tal como determinou o exame físico do Centro de Treinamento Olímpico dos Estados Unidos. Ela explica que sua essência e esforço estão centrados em sua fé em Deus.

“Minha fé católica é muito importante para mim. Sempre foi e sempre será. Faz parte de quem sou e me sinto tranquila ao praticar minha fé, pois me ajuda a colocar as coisas em perspectiva”, disse Ledecky em uma entrevista a Catholic Standard.

“Eu rezo uma oração – ou duas – antes de qualquer competição. A Ave Maria é uma linda oração e me tranquiliza”, acrescentou.

Ledecky frequentou a escola católica Little Flower em Bethesda (Maryland) até a oitava série e, em seguida, foi para o Colégio Stone Ridge do Sagrado Coração.

Fonte: ACI Digital

“Meu doping é Jesus”, a resposta de Almaz Ayana, a atleta que fez história na Rio2016


RIO DE JANEIRO, 12 Ago. 16 / 05:30 pm (ACI).- A atleta etíope Almaz Ayana fez história hoje na Olimpíada Rio 2016 ao destruir o recorde mundial na prova de 10 mil metros planos e silenciou aqueles que questionaram sua vitória com esta frase: “Meu doping é Jesus”.

Ayana, que costuma fazer o sinal da cruz três vezes antes de começar a correr e termina suas provas agradecendo a Deus, fechou a prova em 29:17:45. Desta maneira, ultrapassou por mais de 14 segundos o recorde da chinesa Wang Junxia estabelecido há 23 anos, no mundial de Stuttgart, em 1993.

Ao ser questionada sobre o uso de substâncias ilícitas devido ao grande esforço que demonstrou na pista, Ayana disse: “meu doping é o meu treinamento, meu doping é Jesus. Enquanto ao outro, estou limpa como um cristal”.

Para o jornal esportivo ‘Marca’, o maior da Espanha, com suas palavras sobre Jesus, “a etíope deixa uma frase para a história dos Jogos”.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

“Deus preparou meu coração”, assegura protagonista de gesto que comoveu o mundo na Rio2016

A Olimpíada Rio 2016 está cheia de momentos memoráveis, mas até agora nenhum supera a emoção protagonizada por duas atletas na primeira fase eliminatória da corrida de 5000 metros rasos.





Na primeira fase eliminatória, a corredora Nikki Hamblin da Nova Zelândia tropeçou e causou sem querer a queda de Abbey D’Agostino, dos Estados Unidos. D’Agostino ajudou a Hamblin a levantar-se e alguns metros depois a americana esteve a ponto de abandonar a corrida, mas a neozelandesa – em vez de voltar a competir a prova – a encorajou para que cruzasse a linha de chegada.

A queda causou graves sequelas em ambas e foram as últimas a completar a prova sendo ovacionadas. D’Agostino sofreu uma lesão grave e depois que cruzou a linha de chegada foi levada na cadeira de rodas para receber os primeiros socorros.

Em uma declaração publicada na página USA Track & Field, Abbey D’Agostino assinalou que, “embora minhas ações fossem instintivas naquele momento, a única forma na qual pude racionalizá-lo é que Deus preparou meu coração para responder dessa maneira”.

“Todo este tempo aqui Ele deixou claro que a minha experiência no Rio iria além de somente meu desempenho nas corridas; e no momento que vi a Nikki se levantar compreendi que era isso”, explicou.

Hamblin agradeceu o gesto de D’Agostino. “Independentemente da corrida e o resultado no painel, é um momento que nunca esquecerei pelo resto da minha vida, essa garota sacudindo meu ombro, como se me dissesse: ‘Vamos, levante-se’”, disse a atleta neozelandesa à mídia.

D’Agostino é conhecida pela sua profunda fé cristã. Cresceu no seio de uma família muito católica e em uma entrevista, comentou que se tivesse uma máquina do tempo “adoraria conhecer a Madre Teresa. Isso faria. Seria especial poder conversar com ela”.


Naquela ocasião, ao ser questionada se sua fé era importante para o atletismo, D’Agostino respondeu que “sim, absolutamente. Cresci em uma família católica e estive cercada por alunos de fé no colégio, mas estava na universidade quando ingressei em grupos cristãos no campus, que ocorreu em mim a mudança da mente ao coração”.

“Correr era parte integral dessa experiência. Até quando comecei a sentir a pressão e percebi que se não tivesse um propósito eterno nisso, então o que eu realmente estava fazendo?”, continuou.

“Isto – prosseguiu – foi um aspecto enorme na minha experiência e mais ainda quando compartilhei com os companheiros da minha equipe. Uma das minhas melhores amigas da equipe me encorajou a participar das reuniões de grupos cristãos e estou muito agradecida por isso”.

Em suas redes sociais, a atleta expressou várias vezes sua fé e há alguns meses compartilhou uma frase de Santo Agostinho na qual estava refletindo: “As pessoas viajam para admirar a altura das montanhas, as imensas ondas dos mares, o longo percurso dos rios, o vasto domínio do oceano, o movimento circular das estrelas, e, no entanto, elas passam por si mesmas sem se admirarem”.

Embora seus tempos não foram suficientes para participar da final, os juízes decidiram passá-las direto, pelo grande gesto que tiveram durante a corrida.

Abbey D’Agostino anunciou que não participará devido à lesão que sofreu. Na final, a grande favorita é a etíope Almaz Ayana, que há alguns dias, no Rio de Janeiro, bateu o recorde mundial dos 10 mil metros rasos.


Fonte: ACI Digital

Não podemos deixar que professores mintam e digam aos seus filhos que Dilma sofreu um golpe

Até documentários estão sendo filmados em Brasília com o propósito de propagar a mentira do golpe

A esquerda não tem mais a Presidência da República no Brasil. Nem o comando do Congresso. Mas ainda possui bastante coisa: soldados agindo no judiciário, o discurso endossado pela imprensa, o movimento estudantil, o sindicalismo, a classe artística e, o mais perigoso: professores. São eles que contarão às futuras gerações o que se passa no Brasil do início do século. E é basicamente essa a última esperança do petismo.

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Fonte: O Implicante
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