Caríssimos irmãos em Cristo,
Envio nesta mensagem três pronunciamentos preciosos para a defesa da Vida, da família e da nação brasileira, realizados por Nosso amado Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, e pelos corajosos Bispos Auxiliares, Dom Antônio Augusto Dias Duarte e Dom Luiz Henrique. Compartilho com vocês minha particular emoção ao gravar Dom Orani, que não titubeou, nem por um segundo sequer, para assumir sua liderança como nosso pastor neste combate gigantesco contra coorporações internacionais.
Peço que nos ajudem a divulgar, a espalhar, multiplicar na web, entre sites católicos e cristãos, os direcionamentos abençoados de nossos Bispos. A Santa Madre vai reagir. Vamos juntos, de mãos dadas, acordar ao povo de Deus para a imperiosa necessidade da defesa da vida, da família e dos valores cristãos perante às forças internacionais em execução. Peço também, para apoiarmos nossos Bispos com mensagens de solidariedade, ajudando-os assim, a se encorajarem ainda mais para as lutas duras que irão acontecer.
Tudo com Jesus, nada sem Maria!
Vídeo 1
"Dom Orani Tempesta, Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, alerta a sociedade sobre os perigos da cultura da morte em implantação por poderosas organizações nacionais e internacionais e conclama a responsabilidade de todos diante das consequências do aborto e da eutanásia, numa reflexão profunda sobre as eleições, a reforma do Código Penal e a nova norma técnica do Ministério da Saúde para a prática do aborto."
Vídeo 2
"Dom Luíz Henrique, Bispo Auxiliar da Arquidiocese do RJ, alerta sobre a importância da defesa da vida do inocente nas eleições de 2012 e conclama toda atenção da sociedade para a escolha de candidatos que não compactuem com as tentativas de implantação do aborto e da eutanásia no Brasil.
Num pronunciamento sensível e corajoso, Dom Luiz Henrique orienta aos cristãos sobre o artíficio da disseminação de meias verdades, como a "liberdade de escolha da mulher", para a implantação de uma cultura do assassinato e destruição do ser humano. "Toda tentativa de burlar a legislação no sentido de promover o aborto, devemos ter muito cuidado".
Vídeo 3
"Dom Antônio Augusto Dias Duarte, Bispo Auxiliar da Arquidiocese do RJ, alerta para a importância da escolha de candidatos que sejam exemplo de defesa dos valores da família e da Vida nas eleições municipais de 2012."
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
"Me sentia um lixo", ex-vendedor obrigado a participar de eventos com prostitutas
“Me sentia um lixo”, afirmou o microempresário Elcio Milczwski, 34, em entrevista exclusiva ao UOL, em Curitiba. Ele se refere aos anos em que trabalhou na Ambev de Curitiba e era obrigado a ver garotas de programa tirarem a roupa na sua frente, a esfregar óleo bronzeador no corpo delas e a assistir a filmes pornográficos em reuniões de “motivação” da equipe de vendas da qual fazia parte.Se não rezarmos todos os dias, se não participarmos da Santa Eucaristia, se não pegarmos nosso Terço para meditá-lo. Se não alimentarmos nos nossos Grupos de Oração como convém a Nossa Alma, será neste tipo de inferno mundano já montado por governos e por empresas que vamos ter nossa vida findada, e de lá não iremos mais sair.
Está tido como normal as pessoas se divertirem no final do dia em ambientes pecaminosos. Alguns vão mais além, nestes mesmos ambientes estão tratando de negócios e procurando melhorar o desempenho administrativo dos profissionais. Sejamos profetas meus irmãos, sejamos como João Batista, não aceitemos isto como normal!
Fonte: UOL
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
A fraqueza diante do pecado e a Glória diante de Deus.
O ser humano é mais fraco que o Tentador, é fraco diante do pecado, seu corpo tem queda para se entregar aos vícios e é ai que pode receber as Glórias de Deus. Sendo pecador e tendo o corpo inclinado ao pecado, ele renuncia diante de uma dor enorme e prefere escolher a morte física do que pecar. Na renúncia Deus glorifica o homem e o faz mais forte. Eis a grande vitória, um ser tão frágil vencendo algo tão forte por decisão de amar a Deus. Somos fracos diante do pecado, mas somos invencíveis diante da Glória de Deus!
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Livro: O verdadeiro católico pode votar em partidos defensores do aborto?
NOVO LIVRO TRATA DE FÉ CATÓLICA, ABORTO E POLÍTICA
Entrevista com Vanderlei de Lima, autor do livro
Por Thácio Siqueira
BRASILIA, sexta-feira, 31 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - Vanderlei de Lima, filósofo com extensão em Bioética e Tecnociências pela PUC-Campinas e formação em Teologia Moral pela Escola Mater Ecclesiae, da Arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ), acaba de publicar mais um livro.
A obra que tem por título “O verdadeiro católico pode votar em partidos defensores do aborto?” visa levantar, em suas 60 páginas de fácil leitura, “Uma delicada questão de consciência frente ao homicídio no ventre materno”.
Apresentado pelo Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, advogado e mestre em Bioética pela Pontifícia Universidade Regina Angelorum (Roma), o livro é prefaciado pelo Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid, Arcebispo-emérito do Rio de Janeiro (RJ), que não poupa elogios à obra no que se refere à luta pela vida e contra o aborto, ato que Dom Scheid caracteriza como “matança de inocentes”.
O cardeal brasileiro e amigo pessoal do Papa João Paulo II, assim fala em um dos trechos do prefácio: “Apreciamos muito a lucidez, a coragem e a clareza que o autor demonstra. Admiramos também, de modo particular, o zelo pastoral em desmascarar a chamada ‘pseudocultura’ da morte, evidenciando o supremo valor da vida em toda a sua amplitude existencial”.
Logo depois, Dom Eusébio afirma que Lima demonstra ter “um vasto conhecimento que leva ao esclarecimento das questões tratadas e, por vezes, esmiuçadas com muita precisão e clareza: política e religião, politizar e engajar-se em política partidária, culpabilidade e responsabilidade em diversas escalas da opinião pública, declarações oficiais...”.
O Pe. Lodi, apresentador da obra, parabeniza “a iniciativa de esclarecer o eleitorado católico sobre o grave dever de discernir não só os candidatos, mas também os partidos incompatíveis com a doutrina cristã” e deseja “que o maior número possível de eleitores possa ser atingido por tão preciosas informações”.
A obra pode ser adquirida a partir dos dados oferecidos no blog do autor pelo valor de R$ 10,00 (incluso o frete):
http://www.pelavidaindefesa.blogspot.com.br/2012/08/alerta-geral.html
Vanderlei de Lima concedeu à ZENIT uma entrevista excluvisa sobre a temática tratada no seu recente livro. Publicamos a seguir entrevista na íntegra:
ZENIT: Por que há interesse de se aprovar o aborto no Brasil?
VANDERLEI: O interesse em aprovar o aborto no Brasil – diga-se logo de início – não é para satisfazer o interesse popular, pois pesquisas de opinião pública apontam que entre 72% a 90% dos brasileiros somos contra o assassinato de inocentes no ventre materno.
Então, qual é o interesse? É, certamente, o de satisfazer a “ideologia da morte”, ou seja, os poderosos grupos internacionais que, dispondo de grandes recursos financeiros e fortes meios de propaganda, desejam afrontar os valores sagrados e perenes que ainda restam da civilização cristã nos nossos dias.
ZENIT: Qual a relação entre aborto e voto?
VANDERLEI: A relação entre aborto e voto é muito grande e comporta, de momento, dois aspectos a serem destacados.
O primeiro é o aspecto moral (muito deixado de lado em nossos dias), uma vez que o 5º Mandamento da Lei de Deus preceitua: “Não matarás” (Êxodo 20,13) e a Igreja sempre conservou em sua doutrina a condenação ao aborto provocado ao longo de mais de dois milênios de história.
Ora, se o candidato é de um partido, cujo programa defende o aborto, o verdadeiro católico não pode – sem trair a moral – votar nesse partido ou no político que está a favor da morte. Ele seria um católico totalmente incoerente e estaria em pecado.
E mais: A Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé publicou, em 24 de novembro de 2002, uma Nota sobre questões relativas à participação e comportamento de católicos na vida política. Ali está claríssimo que o fiel católico não pode apoiar com seu voto as investidas da cultura da morte, votando em candidatos filiados a partidos defensores do aborto.
O segundo aspecto é que um político eleito pelo povo há de ser representante legítimo desse povo. Ora, se o povo não quer o aborto, também o político não deve querer, pois o mandato que ele exerce não faz dele um senhor absoluto de suas vontades particulares ou partidárias. Ao contrário, ele é um delegado ou representante dos anseios do povo que a ele confiou o seu voto.
Então, se os candidatos de partidos abortistas perceberem que estão sendo rejeitados nas urnas terão que tomar uma das três medidas seguintes: a) sair do partido pró-morte de inocentes e indefesos; b) mudar radicalmente o programa do seu partido ou c) contentar-se em nunca ser eleito pelo voto dos católicos.
Esse é o poder do voto dos verdadeiros católicos que jamais devem votar em comunistas, socialistas e abortistas e nem votar em branco ou nulo, muito menos deixar de ir votar, pois essa omissão favorece a cultura da morte.
ZENIT: A qual público está destinado o livro?
VANDERLEI: O livro está destinado primeiramente aos verdadeiros católicos, ou seja, àqueles que realmente buscam viver o pulsare cum Ecclesiae (sentir com a Igreja) em tudo.
Depois, destina-se também às pessoas de várias religiões ou homens e mulheres de bom senso em geral que defendem a vida desde a sua concepção até o seu fim natural.
ZENIT: O que levaria um político a receber o voto católico?
VANDERLEI: O político está apto a receber o voto de um verdadeiro católico desde que defenda os princípios básicos ou fundamentais da civilização cristã, que são valores reconhecidos até mesmo pela luz natural da razão sem a fé.
Dentre esses valores estão, evidentemente, a defesa da vida, da família, da religião, da propriedade particular legítima, etc., o que, em contrapartida, leva esse político a se opor ao aborto e à eutanásia, ao divórcio e à união de pessoas do mesmo sexo, à perseguição religiosa que aí está (ela não quer crucifixo ou bíblia em locais públicos, exclui religiosos de opinarem em questões importantes para o país, etc.), a ser contrário a uma reforma agrária que não seja segundo a Doutrina Social da Igreja, mas seja de acordo com os fracassados modelos comunistas, etc.
O candidato que verdadeiramente se opõe a isso tudo e que não é de um partido cujo programa defende o comunismo, o socialismo e o abortismo, merece o voto do verdadeiro católico. Caso contrarie a tudo isso, não merece o nosso voto.
ZENIT: O voto de cada católico pode mudar a cara do Brasil?
VANDERLEI: Com certeza, o voto dos católicos (e dos cristãos em geral, maioria no país) pode mudar a cara do Brasil para melhor.
Basta ver que, por iniciativa do povo religioso, e não dos políticos interessados em desvincular a religiosidade do povo da política, temas como o aborto e união de pessoas do mesmo sexo foram amplamente discutidos nas eleições semi-gerais de 2010 e cada vez mais vêm sendo debatidos e rejeitados pela imensa maioria do povo brasileiro, incluindo estudantes de Ensino Médio e Universitários.
Aqui alguém poderia usar o velho chavão: “Mas o Estado é laico” e eu respondo que o Estado pode ser laico, mas o povo (nação) é religioso. Daí o político eleito há de representar esse povo que o elegeu e não os interesses de seu partido, seja no âmbito do Legislativo ou do Executivo.
Caso contrário, teríamos uma democracia de mentira.
ZENIT: Qual é a principal questão que o senhor trata no livro e que pode interessar grandemente ao eleitorado católico brasileiro?
VANDERLEI: A grande questão ou tese do livro é a de que o verdadeiro católico não pode, sem trair a sua fé, votar em partidos que defendem, em seus programas, o aborto, pois esse é, em si mesmo, pecado, e, por isso, uma grave afronta à Lei de Deus que preceitua: “Não matarás” (Ex 20,13).
Ao lado dessa questão crucial, o livro mostra que o verdadeiro católico não pode votar em partidos comunistas ou socialistas, nem em candidatos que perseguem a religião. Aliás, o mérito do livro, segundo alguns comentaristas, está em apontar, inclusive, os nomes desses partidos.
Portanto, ao eleitor católico não interessa se o candidato ou a candidata são de Igreja, mas, sim, se o Partido no qual ele ou ela está defende pontos contrários à doutrina cristã.
O católico filiado a um partido comunista, socialista ou abortista, é uma contradição ambulante. Ele não sabe nada de cristianismo e nem de comunismo ou abortismo, ou pior, se diz cristão para enganar os ingênuos. Na dúvida, não se vota nele, de modo algum.
O livro traz ainda questões muito oportunas como o pecado, o Estado laico, o valor da vida à luz das ciências e da fé entre outros tópicos que merecem ser lidos e entendidos, por isso a linguagem acessível e a citação de rica bibliografia para aprofundamento.
ZENIT: Uma palavra final
VANDERLEI: Desejo agradecer imensamente à Agência Zenit pela oportunidade ímpar que agora tenho, bem como expressar a minha gratidão aos revisores da obra: Margarida Hulshof, escritora e perita em Teologia, Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, advogado e Mestre em Bioética (apresentador do livro na quarta capa), e a S. Eminência o Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid, arcebispo-emérito do Rio de Janeiro, que fez o prefácio.
Espero que a obra de 60 páginas ajude os eleitores católicos brasileiros que a lerem a não votarem nos partidos contrários à fé e à moral católicas e nem votarem em branco ou nulo, pois essa atitude ajuda a favorecer a cultura da morte.
Caso não haja um candidato que o eleitor julgue bom, então, por exclusão, vote no menos pior, mas vote. Dos 16 aos 100 anos ou mais, se estiver em condições, vá votar. Temos que derrubar a cultura da morte e substituí-la pela cultura da vida.
Muito obrigado.
Fonte: Zenit
Entrevista com Vanderlei de Lima, autor do livro
Por Thácio Siqueira
BRASILIA, sexta-feira, 31 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - Vanderlei de Lima, filósofo com extensão em Bioética e Tecnociências pela PUC-Campinas e formação em Teologia Moral pela Escola Mater Ecclesiae, da Arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ), acaba de publicar mais um livro.
A obra que tem por título “O verdadeiro católico pode votar em partidos defensores do aborto?” visa levantar, em suas 60 páginas de fácil leitura, “Uma delicada questão de consciência frente ao homicídio no ventre materno”.
Apresentado pelo Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, advogado e mestre em Bioética pela Pontifícia Universidade Regina Angelorum (Roma), o livro é prefaciado pelo Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid, Arcebispo-emérito do Rio de Janeiro (RJ), que não poupa elogios à obra no que se refere à luta pela vida e contra o aborto, ato que Dom Scheid caracteriza como “matança de inocentes”.
O cardeal brasileiro e amigo pessoal do Papa João Paulo II, assim fala em um dos trechos do prefácio: “Apreciamos muito a lucidez, a coragem e a clareza que o autor demonstra. Admiramos também, de modo particular, o zelo pastoral em desmascarar a chamada ‘pseudocultura’ da morte, evidenciando o supremo valor da vida em toda a sua amplitude existencial”.
Logo depois, Dom Eusébio afirma que Lima demonstra ter “um vasto conhecimento que leva ao esclarecimento das questões tratadas e, por vezes, esmiuçadas com muita precisão e clareza: política e religião, politizar e engajar-se em política partidária, culpabilidade e responsabilidade em diversas escalas da opinião pública, declarações oficiais...”.
O Pe. Lodi, apresentador da obra, parabeniza “a iniciativa de esclarecer o eleitorado católico sobre o grave dever de discernir não só os candidatos, mas também os partidos incompatíveis com a doutrina cristã” e deseja “que o maior número possível de eleitores possa ser atingido por tão preciosas informações”.
A obra pode ser adquirida a partir dos dados oferecidos no blog do autor pelo valor de R$ 10,00 (incluso o frete):
http://www.pelavidaindefesa.blogspot.com.br/2012/08/alerta-geral.html
Vanderlei de Lima concedeu à ZENIT uma entrevista excluvisa sobre a temática tratada no seu recente livro. Publicamos a seguir entrevista na íntegra:
***
ZENIT: Por que há interesse de se aprovar o aborto no Brasil?
VANDERLEI: O interesse em aprovar o aborto no Brasil – diga-se logo de início – não é para satisfazer o interesse popular, pois pesquisas de opinião pública apontam que entre 72% a 90% dos brasileiros somos contra o assassinato de inocentes no ventre materno.
Então, qual é o interesse? É, certamente, o de satisfazer a “ideologia da morte”, ou seja, os poderosos grupos internacionais que, dispondo de grandes recursos financeiros e fortes meios de propaganda, desejam afrontar os valores sagrados e perenes que ainda restam da civilização cristã nos nossos dias.
ZENIT: Qual a relação entre aborto e voto?
VANDERLEI: A relação entre aborto e voto é muito grande e comporta, de momento, dois aspectos a serem destacados.
O primeiro é o aspecto moral (muito deixado de lado em nossos dias), uma vez que o 5º Mandamento da Lei de Deus preceitua: “Não matarás” (Êxodo 20,13) e a Igreja sempre conservou em sua doutrina a condenação ao aborto provocado ao longo de mais de dois milênios de história.
Ora, se o candidato é de um partido, cujo programa defende o aborto, o verdadeiro católico não pode – sem trair a moral – votar nesse partido ou no político que está a favor da morte. Ele seria um católico totalmente incoerente e estaria em pecado.
E mais: A Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé publicou, em 24 de novembro de 2002, uma Nota sobre questões relativas à participação e comportamento de católicos na vida política. Ali está claríssimo que o fiel católico não pode apoiar com seu voto as investidas da cultura da morte, votando em candidatos filiados a partidos defensores do aborto.
O segundo aspecto é que um político eleito pelo povo há de ser representante legítimo desse povo. Ora, se o povo não quer o aborto, também o político não deve querer, pois o mandato que ele exerce não faz dele um senhor absoluto de suas vontades particulares ou partidárias. Ao contrário, ele é um delegado ou representante dos anseios do povo que a ele confiou o seu voto.
Então, se os candidatos de partidos abortistas perceberem que estão sendo rejeitados nas urnas terão que tomar uma das três medidas seguintes: a) sair do partido pró-morte de inocentes e indefesos; b) mudar radicalmente o programa do seu partido ou c) contentar-se em nunca ser eleito pelo voto dos católicos.
Esse é o poder do voto dos verdadeiros católicos que jamais devem votar em comunistas, socialistas e abortistas e nem votar em branco ou nulo, muito menos deixar de ir votar, pois essa omissão favorece a cultura da morte.
ZENIT: A qual público está destinado o livro?
VANDERLEI: O livro está destinado primeiramente aos verdadeiros católicos, ou seja, àqueles que realmente buscam viver o pulsare cum Ecclesiae (sentir com a Igreja) em tudo.
Depois, destina-se também às pessoas de várias religiões ou homens e mulheres de bom senso em geral que defendem a vida desde a sua concepção até o seu fim natural.
ZENIT: O que levaria um político a receber o voto católico?
VANDERLEI: O político está apto a receber o voto de um verdadeiro católico desde que defenda os princípios básicos ou fundamentais da civilização cristã, que são valores reconhecidos até mesmo pela luz natural da razão sem a fé.
Dentre esses valores estão, evidentemente, a defesa da vida, da família, da religião, da propriedade particular legítima, etc., o que, em contrapartida, leva esse político a se opor ao aborto e à eutanásia, ao divórcio e à união de pessoas do mesmo sexo, à perseguição religiosa que aí está (ela não quer crucifixo ou bíblia em locais públicos, exclui religiosos de opinarem em questões importantes para o país, etc.), a ser contrário a uma reforma agrária que não seja segundo a Doutrina Social da Igreja, mas seja de acordo com os fracassados modelos comunistas, etc.
O candidato que verdadeiramente se opõe a isso tudo e que não é de um partido cujo programa defende o comunismo, o socialismo e o abortismo, merece o voto do verdadeiro católico. Caso contrarie a tudo isso, não merece o nosso voto.
ZENIT: O voto de cada católico pode mudar a cara do Brasil?
VANDERLEI: Com certeza, o voto dos católicos (e dos cristãos em geral, maioria no país) pode mudar a cara do Brasil para melhor.
Basta ver que, por iniciativa do povo religioso, e não dos políticos interessados em desvincular a religiosidade do povo da política, temas como o aborto e união de pessoas do mesmo sexo foram amplamente discutidos nas eleições semi-gerais de 2010 e cada vez mais vêm sendo debatidos e rejeitados pela imensa maioria do povo brasileiro, incluindo estudantes de Ensino Médio e Universitários.
Aqui alguém poderia usar o velho chavão: “Mas o Estado é laico” e eu respondo que o Estado pode ser laico, mas o povo (nação) é religioso. Daí o político eleito há de representar esse povo que o elegeu e não os interesses de seu partido, seja no âmbito do Legislativo ou do Executivo.
Caso contrário, teríamos uma democracia de mentira.
ZENIT: Qual é a principal questão que o senhor trata no livro e que pode interessar grandemente ao eleitorado católico brasileiro?
VANDERLEI: A grande questão ou tese do livro é a de que o verdadeiro católico não pode, sem trair a sua fé, votar em partidos que defendem, em seus programas, o aborto, pois esse é, em si mesmo, pecado, e, por isso, uma grave afronta à Lei de Deus que preceitua: “Não matarás” (Ex 20,13).
Ao lado dessa questão crucial, o livro mostra que o verdadeiro católico não pode votar em partidos comunistas ou socialistas, nem em candidatos que perseguem a religião. Aliás, o mérito do livro, segundo alguns comentaristas, está em apontar, inclusive, os nomes desses partidos.
Portanto, ao eleitor católico não interessa se o candidato ou a candidata são de Igreja, mas, sim, se o Partido no qual ele ou ela está defende pontos contrários à doutrina cristã.
O católico filiado a um partido comunista, socialista ou abortista, é uma contradição ambulante. Ele não sabe nada de cristianismo e nem de comunismo ou abortismo, ou pior, se diz cristão para enganar os ingênuos. Na dúvida, não se vota nele, de modo algum.
O livro traz ainda questões muito oportunas como o pecado, o Estado laico, o valor da vida à luz das ciências e da fé entre outros tópicos que merecem ser lidos e entendidos, por isso a linguagem acessível e a citação de rica bibliografia para aprofundamento.
ZENIT: Uma palavra final
VANDERLEI: Desejo agradecer imensamente à Agência Zenit pela oportunidade ímpar que agora tenho, bem como expressar a minha gratidão aos revisores da obra: Margarida Hulshof, escritora e perita em Teologia, Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, advogado e Mestre em Bioética (apresentador do livro na quarta capa), e a S. Eminência o Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid, arcebispo-emérito do Rio de Janeiro, que fez o prefácio.
Espero que a obra de 60 páginas ajude os eleitores católicos brasileiros que a lerem a não votarem nos partidos contrários à fé e à moral católicas e nem votarem em branco ou nulo, pois essa atitude ajuda a favorecer a cultura da morte.
Caso não haja um candidato que o eleitor julgue bom, então, por exclusão, vote no menos pior, mas vote. Dos 16 aos 100 anos ou mais, se estiver em condições, vá votar. Temos que derrubar a cultura da morte e substituí-la pela cultura da vida.
Muito obrigado.
Fonte: Zenit
Dom José Alberto Moura fala sobre "Curar"
Hoje é muito recorrente a depressão ao nível psicológico ou emocional. As causas são variadas. As consequências são de tristeza, desânimo, angústia e perda de vontade de viver. Há também a “depressão” no sentido espiritual. As decepções devido aos limites pessoais que impedem a consecução de vida mais saudável nas relações familiares, eclesiais e sociais se dão como ocasionantes para essa situação. A desilusão por maus exemplos de outros, por não se obter uma graça ou até um milagre ou por oração supostamente não atendida são também motivos dessa situação. As consequências se notam no descompromisso com uma fé atuante, com as obrigações em relação à comunidade religiosa e a sociedade em geral. Desanima-se da prática das virtudes humanas e sobrenaturais. O sentido da vida fica ofuscado.
O profeta Isaías é encarregado por Deus para dizer ao povo: ”Criai ânimo, não tenhais medo! Vede, é vosso Deus... é ele que vem para vos salvar” (35, 4). A cura da alma não descarta também o suporte da cura da mente e do corpo. O milagre Deus faz, sem dúvida, mas Ele não dispensa nossa parte do cuidado. Não bastam ritos para a cura. Nem mesmo a cura em si é finalidade. Há quem tenha boa saúde em todos os níveis e pode não fazer o bem apresentado por Deus. A boa saúde tem hipoteca social e de ideal de amar e servir. A saúde adequada é a que sintoniza a sanidade com sua finalidade do altruísmo, assim como os bens materiais em relação ao bem social. O próprio Jesus lembra a necessidade de se dar a vida para se ter vida realizada. Somente ganha para si quem der de si pelo bem do outro.
A fé religiosa sólida leva a pessoa a superar o desânimo, a solidão, as decepções, os sofrimentos e qualquer tipo de obstáculo com a absoluta confiança em Deus. Quando se faz tudo por amor a Ele as dificuldades são vencidas e o esforço de superá-las é sublimado pelo amor.
Jesus, dentre tantos milagres de cura, abordou um surdo-mudo e disse: “Efatá!”, ou seja “Abre-te” (Marcos 7, 34). O homem ficou curado instantaneamente e começou a ouvir e falar. Isso acontece, não só no aspecto físico, com quem tem fé em Deus. Sucede amplamente no sentido da vida, que se amplia e toca o horizonte do maior valor e de realização plena da pessoa. O Filho de Deus mesmo veio para dar vida plena a todos, ou seja, vida de total sentido e realização humana. Esta não se baseia tão somente e acima de tudo na dimensão material e transitória da vida. Há até os que têm quase tudo na vida e não são felizes. A realização humana só acontece quando o ser humano tem o equilíbrio ou a relação adequada de referência consigo mesmo, com o semelhante, com a natureza e com o Criador. O que é material é apenas instrumento. Quando bem utilizado, com a referência nesse equilíbrio, pode ser de ajuda. Quando há o desequilíbrio, é preciso haver ajuste ou cura para a harmonização realizadora. O próprio Mestre Divino nos ensina o caminho de fazer isso. Basta segui-lo. O caminho dele é exigente, mais estreito, ensina renúncias para opção mais ajustada à consecução do ideal da caminhada existencial. Todas as “depressões” são superadas no encalço de suas pegadas. Se não soubermos bem como fazê-lo, é só ouvir sua voz que ressoa em nossas consciências, na sua Palavra e nos acontecimentos.
Dom José Alberto Moura
Arcebispo metropolitano de Montes Claros.
Fonte: Arquimoc
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
O Amor e nada mais
O Poder de Deus é Amor.
Nada supera o Amor de Deus.
Tudo passa, somente o amor persiste.
Se Deus não fosse Amor, Ele não seria Deus.
A vitória só se tem quando se ama.
Nada resiste ao Amor.
O Amor sempre tem algo a mais.
O fôlego do amor é infindável.
A morte é maior que as ofensas. O Amor é maior que a morte.
Fora do amor não há nada.
O Amor espera o tempo que for preciso.
O Amor não se cansa.
A cor do amor é mais bonita.
O cheiro do amor é mais agradável.
A justiça do amor é incorruptível.
A inteligência habita no amor.
Não se conhece os limites do amor.
O amor é maior que o tempo.
Não há perfeição sem amor.
O Amor não se divide.
O Amor sempre surpreende, é sempre novo.
Por amor não se erra.
As mãos do amor são acalentadoras.
O Amor não foge.
O amor ajuda.
O Amor é experiente, o amor é jovem.
O amor é pai.
O amor é mãe.
O amor é atração.
O amor é filho.
O amor é amigo.
O amor não passa.
O amor é fogo.
"Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor". (1Jo 4,8)
Nada supera o Amor de Deus.
Tudo passa, somente o amor persiste.
Se Deus não fosse Amor, Ele não seria Deus.
A vitória só se tem quando se ama.
Nada resiste ao Amor.
O Amor sempre tem algo a mais.
O fôlego do amor é infindável.
A morte é maior que as ofensas. O Amor é maior que a morte.
Fora do amor não há nada.
O Amor espera o tempo que for preciso.
O Amor não se cansa.
A cor do amor é mais bonita.
O cheiro do amor é mais agradável.
A justiça do amor é incorruptível.
A inteligência habita no amor.
Não se conhece os limites do amor.
O amor é maior que o tempo.
Não há perfeição sem amor.
O Amor não se divide.
O Amor sempre surpreende, é sempre novo.
Por amor não se erra.
As mãos do amor são acalentadoras.
O Amor não foge.
O amor ajuda.
O Amor é experiente, o amor é jovem.
O amor é pai.
O amor é mãe.
O amor é atração.
O amor é filho.
O amor é amigo.
O amor não passa.
O amor é fogo.
"Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor". (1Jo 4,8)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Quando começa a vida humana?
A vida do novo ser humano começa com a fusão dos pronúcleos masculino e feminino, isto é, com a fecundação do óvulo. O óvulo fecundado tem já toda a carga genética e cromossómica necessária, isto é, toda a capacidade para alcançar o seu pleno desenvolvimento. Pode dizer-se que nessa momento o óvulo fecundado não é uma possibilidade de vida humana, mas uma vida humana cheia de possibilidades. Ele mesmo dirigirá o seu próprio desenvolvimento. É um ser independente e autónomo que necessita unicamente de ser alimentado e de ter um ambiente adequado – ambiente que a mãe lhe fornece.
(in La reprodución Humana y su Regulación, de Justo Aznar Lucea e Javier Martínez de Marigorta)
Justo Aznar Lucea. Doutorado em Medicina com Prémio Extraordinário. Chefe do Departamento de Biopatologia Clínica e Coordenador da Universidade de Investigação Bioquímica, do Hospital La Fé de Valência (Espanha).
Fonte: vida.aaldeia.net
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Usain Bolt, Glória Estefan e Didier Drogba foram convidados para falar no Vaticano sobre a liberdade religiosa
| Usain Bolt |
ROMA, 03 Set. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- O homem mais rápido do mundo que tem o recorde mundial dos 100 metros planos com 9,58 segundos, o jamaicano Usain Bolt, recebeu um convite para dar uma conferência sobre liberdade religiosa no Vaticano.
"Buscamos um ponto em comum entre as diferentes religiões. Acima de tudo queremos concentrar-nos no valor absoluto da liberdade religiosa como direito humano", disse ao grupo ACI em 31 de agosto a organizadora do evento, Giovanna Abbiati.
A conferência TEDx Via della Conciliazione será realizada em Roma dia 19 de abril de 2013 sobre o tema "Liberdade religiosa hoje" e conta com o auspício do Pontifício Conselho para a Cultura, através do projeto "Pátio dos Gentis", criado para o diálogo com crentes e não crentes.
| Didier Drogba |
Usain Bolt, de 26 anos de idade, ganhou nas últimas Olimpíadas de Londres três medalhas de ouro. Como católico, é conhecido por fazer o sinal da cruz antes de cada uma das competências nas que participa.
Em declarações ao grupo ACI no dia 31 de agosto, a historiadora da arte e participante do evento, Elizabeth Lev, disse que está "emocionada por saber que a arte e a beleza vão juntas com a excelência física".
Disse também que "espero com ânsias poder promover uma conversação hodierna entre a arte, a fé e as conquistas atléticas, da mesma forma que a primeira comunidade cristã elogiava as mesmas qualidades em seus Santos e a espiritualidade".
| Glória Estefan |
"Ao acolher o TEDx no Vaticano queremos promover a mensagem de paz e que a liberdade religiosa constitui uma importante dimensão para a cultura de paz", comentou Giovanna Abbiati.
O Site do evento é: www.tedxviadellaconciliazione.com
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Ramalhete Livre
por Wagner Moura
Apoio a liberdade de expressão do colunista Carlos Ramalhete e também curti a página http://www.facebook.com/Ramalhetelivre
O colunista está sendo perseguido por causa de um artigo no qual explica que uma criança não pode ter por pais outras pessoas senão um homem e uma mulher, apenas. Isso foi o suficiente para que dissessem que ele é contra a adoção, contra crianças, contra homem e contra mulher. Risos. Pois sim. Você sabe como funcionam essas coisas.
Então, curta a fanpage Ramalhete Livre:http://www.facebook.com/Ramalhetelivre
ATUALIZAÇÃO: Carlos Ramalhete acaba de publicar uma nota em sua página no Facebook!!!
NOTA
Com referência ao artigo “Perversão da adoção”, publicado no dia 30 de
agosto, quinta-feira, em minha coluna, no jornal Gazeta do Povo,
esclareço o seguinte:
agosto, quinta-feira, em minha coluna, no jornal Gazeta do Povo,
esclareço o seguinte:
1) Escrevi em defesa da adoção e contra a sua perversão e lamento que
isso tenha sido mal interpretado por grupos de interesse.
isso tenha sido mal interpretado por grupos de interesse.
2) A adoção é um ato de amor, que merece o apoio de toda a sociedade.
3) Repudio, contudo, como sua perversão, a entrega definitiva de uma
criança a quaisquer comunidades de vida que não uma família.
criança a quaisquer comunidades de vida que não uma família.
4) Mais ainda, repudio forçar uma criança à linha de frente da
tentativa em curso de desconstrução da família, inscrevendo em seu
documento de identidade uma impossibilidade biológica.
tentativa em curso de desconstrução da família, inscrevendo em seu
documento de identidade uma impossibilidade biológica.
Agradeço o apoio e solidariedade das centenas de leitores que se
manifestaram junto a mim e junto ao prestigiado jornal Gazeta do Povo.
manifestaram junto a mim e junto ao prestigiado jornal Gazeta do Povo.
Minha página, no Facebook, continua aberta para toda manifestação respeitosa.
Carlos Ramalhete
Fonte: Diassimdiastambém
Turba de bárbaros exige a cabeça de colunista da Gazeta do Povo – defendamo-lo!
por Jorge Ferraz em .
O artigo do Carlos Ramalhete ao qual eu fiz referência ontem aqui desencadeou uma enxurrada de protestos (em sua esmagadora maioria, de baixíssimo nível) nas redes sociais e nas mensagens enviadas à Gazeta do Povo. Em sua página do Facebook o colunista publicou a nota de esclarecimento que eu reproduzo abaixo. Quanto ao mérito do texto (solenemente ignorado pela turba ignara que se lançou furiosamente em marcha a pedir a cabeça do articulista em uma bandeja de prata em meio a gritos histéricos de acusações totalmente descabidas que refletem, por um lado, a mais completa incapacidade de interpretação textual e, por outro, um desejo nada velado de silenciar toda a voz dissidente), quase nada foi dito. Aproveito o ensejo para fazer – mais uma vez – eco à posição do Carlos Ramalhete: à sua posição verdadeira, e não às distorções grotescas contra as quais se levantaram centenas de manifestações de ódio irracionais.
Diante da mobilização dos bárbaros, é absolutamente imprescindível que os que concordamos com os argumentos do Carlos publicados ontem na Gazeta do Povo – ou pelo menos com o direito do Carlos de expôr a sua opinião em uma coluna de jornal – nos manifestemos (em ordem de importância):
- em emails de apoio à redação do jornal: leitor@gazetadopovo.com.br ou pelo“Fale Conosco” do site da Gazeta; [FUNDAMENTAL]
- nesta Petição Pública à Gazeta do Povo, em favor da liberdade de expressão e pedindo a manutenção da coluna;
- na página criada ontem para oferecer apoio ao Carlos Ramalhete; e
- na página oficial do colunista no Facebook.
Sem isso, corremos o sério risco de amargarmos uma dolorosa derrota nesta batalha midiática e até de perdermos este precioso espaço semanal que a Gazeta do Povo concede ao pensamento conservador. Não basta, portanto, apenas gostar dos textos, curti-los e divulgá-los; é preciso deixar claro àqueles que bancam esta proposta – especificamente, os editores da Gazeta do Povo – que ela atende, sim, a uma necessidade de parcela considerável da população brasileira e que, portanto, é imprescindível mantê-la a despeito dos uivos dos bárbaros que já se organizam para censurá-la.
Manifestações de apoio já se esboçam na blogosfera:
- Atacados pela tolerância (Porta Fidei)
- Ramalhete livre (Cultura da Vida)
- Ramalhete livre (O Possível e o Extraordinário)
A seguir, a nota de esclarecimento publicada pelo Ramalhete no Facebook.
* * *
NOTA
Com referência ao artigo “Perversão da adoção”, publicado no dia 30 de agosto, quinta-feira, em minha coluna, no jornal Gazeta do Povo, esclareço o seguinte:
1) Escrevi em defesa da adoção e contra a sua perversão e lamento que isso tenha sido mal interpretado por grupos de interesse.
2) A adoção é um ato de amor, que merece o apoio de toda a sociedade.
3) Repudio, contudo, como sua perversão, a entrega definitiva de uma criança a quaisquer comunidades de vida que não uma família.
4) Mais ainda, repudio forçar uma criança à linha de frente da tentativa em curso de desconstrução da família, inscrevendo em seu documento de identidade uma impossibilidade biológica.
Agradeço o apoio e solidariedade das centenas de leitores que se manifestaram junto a mim e junto ao prestigiado jornal Gazeta do Povo.
Minha página, no Facebook, continua aberta para toda manifestação respeitosa.
Carlos Ramalhete
Fonte: Deuslovult.org
Marcadores:
Defesa da vida,
evangelização,
Fé,
Luta,
Moral
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Quatro fazes temerosas, bonitas e importantes da vida devemos experimentar
- Fecundação,
- Nascimento,
- Conversão e
- Ressurreição.
Todas elas necessitam que entremos em um novo lugar, donde brilha uma nova luz, novos ares, novas cores, novas propostas e novo chamado. Dando a própria vida e enfrentando inúmeras barreiras e contrariedades vamos adentrando onde não conhecíamos, mas que já desejávamos.
Fomos pensados para vencer em todas elas! O calafrio e os ventinhos de medos iniciais são próprios e inerentes a este momento, mas a gana de ser e vencer nos remete com uma força gigante ao objetivo inegociável.
Somos avassaladores, inquietantes e invencíveis. Nada pode nos impedir a não ser nós mesmos. A força contida em nosso íntimo é imedível e por isto invisível, pois por ser infinita não pode ser vista, mas podendo facilmente ser percebida pelos acontecimentos e soerguimentos.
Suor e sangue, lágrimas, passos, gritos e sorrisos são componentes nestes embates. A força física, a determinação e a concentração fazem parte do resultado vitorioso. As virtudes (Fé, Esperança e Amor) são o fundamento e sem elas não existe maneira de ultrapassar nenhuma das quatro fazes.
Deus é que está animando cada alma a seguir em frente, a deixar as pompas, a renunciar e a buscar o que está no alto, a desejar o que ainda não foi alcançado. É o mesmo Deus que está lá no alto, lá do outro lado esperando que esta alma alcance todas as glórias contidas na coroa.
Bendito seja Deus por nos fazer mais que vitoriosos, desde sempre!
"O homem é feito para procurar e encontrar o infinito" Bento XVI
Mensagem de Bento XVI ao bispo de Rímini na abertura do XXXIII Encontro da Amizade entre os Povos
Antonio Gaspari
RÍMINI, Itália, terça-feira, 21 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - "Dizer que a natureza do homem é a relação com o infinito é dizer que toda pessoa foi criada para entrar em diálogo com Deus".
Assim começa a mensagem de Bento XVI a dom Francesco Lambiasi, bispo de Rímini, na abertura do XXXIII Encontro da Amizade entre os Povos, conhecido na Itália como “O Meeting de Rímini”.
Partindo do lema do encontro, A natureza do homem é relação com o infinito, o papa destaca que "falar do homem e do seu desejo de infinito significa reconhecer a sua relação constitutiva com o Criador".
Porque "o homem é uma criatura de Deus" e, mesmo se hoje a palavra criatura parece fora de moda, é evidente que "permanece no homem o desejo arrebatador" do diálogo com o Criador.
De acordo com o pontífice, tender ao infinito é uma característica “indelével no coração do homem”, e, mesmo quando ele “rejeita ou nega Deus, não desaparece a sede do infinito que habita o homem”.
O problema é situado naquilo que Bento XVI chama de "busca frenética e estéril de falsos infinitos", ou seja, "nas drogas, na sexualidade vivida de forma desordenada, nas tecnologias totalizantes, no sucesso a qualquer custo e até mesmo em formas enganosas de religiosidade".
O bispo de Roma explica que "mesmo as coisas boas, que Deus criou como estradas que levam a ele, muitas vezes correm o risco de ser absolutizadas e tornar-se ídolos que substituem o Criador".
Para chegar ao verdadeiro infinito, é preciso "percorrer um caminho de purificação, um caminho de conversão do coração e da mente. Temos que erradicar todas as falsas promessas de infinito que seduzem o homem e o tornam escravo".
"Para realmente encontrar a si mesmo e a própria identidade, para viver à altura do próprio ser, o homem tem que voltar a se reconhecer como criatura, dependente de Deus".
Na segunda parte da mensagem, o Santo Padre explica que Deus é tão bom que faz o infinito chegar ao homem através de uma forma finita.
"Com a encarnação, desde o momento em que o Verbo se fez carne, foi eliminada a distância intransponível entre o finito e o infinito: o Deus eterno e infinito deixa o seu céu e entra no tempo, imerso na existência finita humana". A descida de Jesus à Terra indica que "nada é trivial nem insignificante na jornada da vida e do mundo".
“O homem”, escreve o papa, “é feito por um Deus infinito que se fez carne, que assumiu a nossa humanidade para elevá-la às alturas do seu ser divino".
Por isso, ressaltou, "não devemos ter medo do que Deus nos pede através das circunstâncias da vida. (...) Chamando alguns a viver totalmente para Ele, Deus chama todos a reconhecer a essência da própria natureza de seres humanos: feitos para o infinito".
Bento XVI conclui dizendo que "Deus deseja em seu coração a nossa felicidade, a nossa plena realização humana". O papa nos convida a "entrar e permanecer no âmbito do olhar de fé que caracterizou os santos, para descobrirmos as sementes do bem que o Senhor espalha ao longo do caminho da nossa vida e abraçarmos com alegria a nossa própria vocação".
Fonte: Zenit
Antonio Gaspari
RÍMINI, Itália, terça-feira, 21 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - "Dizer que a natureza do homem é a relação com o infinito é dizer que toda pessoa foi criada para entrar em diálogo com Deus".
Assim começa a mensagem de Bento XVI a dom Francesco Lambiasi, bispo de Rímini, na abertura do XXXIII Encontro da Amizade entre os Povos, conhecido na Itália como “O Meeting de Rímini”.
Partindo do lema do encontro, A natureza do homem é relação com o infinito, o papa destaca que "falar do homem e do seu desejo de infinito significa reconhecer a sua relação constitutiva com o Criador".
Porque "o homem é uma criatura de Deus" e, mesmo se hoje a palavra criatura parece fora de moda, é evidente que "permanece no homem o desejo arrebatador" do diálogo com o Criador.
De acordo com o pontífice, tender ao infinito é uma característica “indelével no coração do homem”, e, mesmo quando ele “rejeita ou nega Deus, não desaparece a sede do infinito que habita o homem”.
O problema é situado naquilo que Bento XVI chama de "busca frenética e estéril de falsos infinitos", ou seja, "nas drogas, na sexualidade vivida de forma desordenada, nas tecnologias totalizantes, no sucesso a qualquer custo e até mesmo em formas enganosas de religiosidade".
O bispo de Roma explica que "mesmo as coisas boas, que Deus criou como estradas que levam a ele, muitas vezes correm o risco de ser absolutizadas e tornar-se ídolos que substituem o Criador".
Para chegar ao verdadeiro infinito, é preciso "percorrer um caminho de purificação, um caminho de conversão do coração e da mente. Temos que erradicar todas as falsas promessas de infinito que seduzem o homem e o tornam escravo".
"Para realmente encontrar a si mesmo e a própria identidade, para viver à altura do próprio ser, o homem tem que voltar a se reconhecer como criatura, dependente de Deus".
Na segunda parte da mensagem, o Santo Padre explica que Deus é tão bom que faz o infinito chegar ao homem através de uma forma finita.
"Com a encarnação, desde o momento em que o Verbo se fez carne, foi eliminada a distância intransponível entre o finito e o infinito: o Deus eterno e infinito deixa o seu céu e entra no tempo, imerso na existência finita humana". A descida de Jesus à Terra indica que "nada é trivial nem insignificante na jornada da vida e do mundo".
“O homem”, escreve o papa, “é feito por um Deus infinito que se fez carne, que assumiu a nossa humanidade para elevá-la às alturas do seu ser divino".
Por isso, ressaltou, "não devemos ter medo do que Deus nos pede através das circunstâncias da vida. (...) Chamando alguns a viver totalmente para Ele, Deus chama todos a reconhecer a essência da própria natureza de seres humanos: feitos para o infinito".
Bento XVI conclui dizendo que "Deus deseja em seu coração a nossa felicidade, a nossa plena realização humana". O papa nos convida a "entrar e permanecer no âmbito do olhar de fé que caracterizou os santos, para descobrirmos as sementes do bem que o Senhor espalha ao longo do caminho da nossa vida e abraçarmos com alegria a nossa própria vocação".
Fonte: Zenit
Assinar:
Postagens (Atom)

